Contact us for more information
A gestão estratégica da carga tributária assume-se como um fator determinante para a sustentabilidade e competitividade das organizações no panorama económico atual.
Os benefícios fiscais representam mecanismos de alívio fiscal que permitem às empresas portuguesas converter impostos em oportunidades concretas de reinvestimento. Ignorar estas ferramentas não é apenas uma questão administrativa, mas sim um risco estratégico que pode comprometer a agilidade financeira da organização perante a concorrência.
Ao adotar uma postura proativa na identificação e utilização destes benefícios, os gestores conseguem libertar fluxos de caixa fundamentais para a inovação. Pelo contrário, as empresas que negligenciam estes mecanismos acabam por suportar uma carga fiscal excessiva, desperdiçando recursos vitais para o seu crescimento.
O Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento Empresarial (SIFIDE) permanece como um dos instrumentos mais robustos à disposição do tecido empresarial. Possibilitar a recuperação de até 82,5% do investimento em Investigação e Desenvolvimento (I&D) é, na verdade, uma forma de o Estado partilhar o risco da inovação com o empresário.
Estão abrangidas despesas que fazem parte do quotidiano das empresas, como custos com pessoal técnico qualificado ou aquisição de materiais para prototipagem. A flexibilidade deste regime, que permite reportar o crédito fiscal por 12 anos, deve ser vista como uma reserva estratégica para anos de menor liquidez.
Calcule quanto pode recuperar do seu investimento em I&D com o nosso simulador.
Para além da inovação, o Regime Fiscal de Apoio ao Investimento (RFAI) é a ferramenta essencial para quem pretende modernizar a sua capacidade produtiva. A dedução de até 30% do investimento em ativos tangíveis, como maquinaria, é o oxigénio necessário para a reindustrialização.
Simultaneamente, o Incentivo à Capitalização das Empresas (ICE) surge para corrigir a excessiva dependência do financiamento bancário. Ao premiar o aumento dos capitais próprios com deduções baseadas na Euribor e majorações que atingem os 50% em 2025, o ICE incentiva a autonomia financeira.
"As empresas que não aproveitam este incentivo estão, na prática, a tornar o seu financiamento mais caro do que o dos seus concorrentes diretos."
Os benefícios fiscais tornaram-se ferramentas de apoio à sobrevivência e crescimento das empresas. Num mercado globalizado e altamente exigente, abdicar destes incentivos equivale a aceitar uma desvantagem competitiva face a organizações que já utilizam a fiscalidade como uma alavanca de investimento. O verdadeiro risco reside em não usufruir de benefícios que vão alavancar a inovação e capitalização do negócio.
Yunit Consulting: Juntos, vamos dar o Salto
Última atualização: 9 de janeiro de 2026
Keep up to date with news on investment incentives and tax benefits and qualified information for your company's financial management decisions.
I agree to the terms and conditions of the Yunit Consulting Privacy Policy, which I have read and understood.